
O texto a seguir, é uma conversa que tivemos com um ser que não possui corpo, vindo de uma realidade muito sutil e elevada, que se apresentou e se acoplou no campo do canal por alguns instantes, para ter a noção de qual é a sensação de se ter um corpo.
— A 3ª dimensão é muito estranha. É muito estranho precisar de um corpo. — disseram.
— Se vocês não têm um corpo, como é que se movimentam? — perguntamos.
— Nós chegamos na conclusão de que vocês estão presos. Vocês só podem ir aonde o corpo vai e precisam alimentar ele também. Isso é estar preso. Nós nos movimentamos de forma livre.
— Como você sabe que o espaço é seu e não do outro?
— Não existe isso. Isso é barulho, é ruído. (passou um carro na rua com som alto)
— Você não respondeu. — insistimos.
— Nós compartilhamos a mesma consciência, ou como vocês costumam falar, o mesmo espaço. Para nós não existe essa limitação. Nós compreendemos toda a nossa dimensão, fazemos parte dela e ela faz parte de nós. Assim, não há uma alteração significativa em nosso campo, porque estamos em sintonia e sincronicidade com tudo e todos a nossa volta. Se eu quiser ter a visão de um outro membro em algum outro ponto, basta que eu pense e me conecto, não preciso me deslocar e consigo ver o que ele está vendo.
— Então, vocês não têm privacidade? — quisemos saber.
— A privacidade é o campo para a mentira. A privacidade é o falso entendimento e liberdade. É onde você acredita que ninguém está te olhando, mas vocês perceberão que mesmo quando fazem algo sozinhos, esta energia reverbera para os outros. De uma forma ou de outra, vocês compartilham tudo, só acreditam que não.
Nós paramos de brigar com isso. De certa forma, vocês vieram para este planeta para aprender a compartilhar. Quando você está aberto a compartilhar, para que privacidade? O que é que você faria sozinho, que você não faria no meio dos outros? Segredos, mentiras, vaidades, desejos, mas isso tudo pode ser compartilhado, ou não?
Quando você faz algo sozinho que não faz em grupo, quem é que está te julgando? É o grupo? Ou vocês sempre procurarão o grupo certo para poder compartilhar as mesmas coisas? Vocês já fazem isso, vocês têm os nichos, os grupos, grupos dentro de grupos. O que vocês chamam de privacidade é simplesmente um espaço para a proliferação da mentira e da corrupção. Porque se você faz algo que não pode compartilhar com os outros, é porque o que você está fazendo está ferindo ou está privando os outros, pois está gerando escassez para os outros.
Então, vocês criaram essa falsa impressão de liberdade individual, “os meus direitos”, sabem aonde isso leva, não é? “Sabem com quem está falando?”, “sabem quem eu sou?”. A individualidade leva à corrupção do sistema.
O que é um sistema harmônico? É um lugar onde todos obedecem ao mesmo padrão? Não. É um lugar rígido, com leis mais rígidas do que a Terra? Não. É um lugar livre de doenças, conflitos? Não. Vocês nunca entenderam a harmonia, vocês veem a harmonia como um campo onde tudo é bom, onde tudo funciona, onde não há conflitos, onde todos têm o mesmo objetivo. Isso não é harmonia, isso é utopia.
Harmonia
Harmonia é simplesmente compartilhamento. Nós compartilhamos a alegria, a tristeza, os conflitos, os dramas, os medos, as euforias, as conquistas. Tudo. Você só pode permanecer no reino harmônico quando você compartilha, não as coisas, não é isso; são seus pensamentos. Nós não queremos as suas coisas, nós compartilhamos os pensamentos e as emoções.
Resultado disso? Nós demoramos muito menos tempo para resolver as coisas. Porque todos pensando em conjunto, a solução vem muito mais rápido. Esta solução tem que ser boa para o indivíduo e para a coletividade. Ou vocês não aprenderam isso? Quando vocês expandem a consciência, é só para você? É só para você se sentir melhor, superior, diferente? Manipulador? Ou é para que todos tenham a mesma experiência dentro das suas limitações? Dentro das suas experiências individuais, mas recebendo a energia compartilhada da sua própria experiência.
É assim que o universo funciona, ele não vê seres, ele vê energia e por mais isolado que você esteja, pode ter certeza que no planeta há alguém igual pensando a mesma coisa que você, neste exato momento. O que o universo faz é apenas juntar os pontos.
A consciência não é número, é frequência, você pode reunir mil pessoas e não elevar a frequência em nada. Do outro lado, você pode estar com apenas 2 ou 3 pessoas compartilhando e elevando a frequência, formando um campo harmônico. O que você compartilha? Tudo. É isso que vocês não compreendem, nós como seres coletivos ainda expressamos o que somos. Mas nós percebemos que isso funciona melhor se for compartilhado.
O que vocês chamam de unidade, na verdade é um campo. Quanto mais você eleva a sua frequência, mais você vê esse campo unido, como uma coisa só. Quanto mais você densifica o seu campo, mais você vê isso compartilhado, dividido, inalcançável. O problema nunca foi espaço, o espaço é o mesmo. O problema sempre foi o compartilhamento deste espaço.
Então, vocês criaram este conceito de privacidade. Embaixo deste manto vocês se permitem cometerem todas as atrocidades; desde que os outros não saibam, eu me permito. Mas qual o problema? O problema é que embaixo deste manto abriu-se a oportunidade para os psicopatas.
- Livro Chaves da Consciência, com muitas revelações, informações e mensagens importantes para o momento em que estamos vivendo.
- Para adquirir o livro, entre em contato pelo email contato.auroraluminus@gmail.com
É só vocês pensarem, é suficiente para você navegar na internet, compartilhando tudo aquilo que você faz, sendo observado, ou você precisa ir para a deep web, porque você quer manter a sua privacidade? Ou você quer ir mais fundo, na dark web? O que você faz lá que não pode fazer aqui? 95% deste fluxo é criminoso, não no sentido vulgar do crime, mas no sentido de atentar contra os outros.
— Mas existem pessoas que gostam disso. — Desvios do padrão — responderam.
— Ah, então não podemos experimentar de tudo? Não há uma certa contradição nisso? Até onde podemos ir? Então, no final nós estamos sendo julgados? — perguntamos.
— Vocês sempre estão procurando algum deus, algum líder, algum padrão moral, quando a questão é muito simples: o que você faz é generativo? É expansivo? Se for tudo bem, mas não só para você. Mas em 95% dos casos não é.
— Então vocês estão falando de um padrão moral? — novamente quisemos saber.
— Não. Padrão moral foram vocês que criaram para falar para os outros não fazerem o que vocês fazem. Nós não precisamos disso. — responderam.
— Há uma certa limitação no que se pode experienciar? — perguntamos.
— Sim. A explicação é simples, se você está em um padrão degenerativo, desconstruindo, desumanizando, desfazendo, desmatando, destruindo, você não está gerando energia para o universo. Você é um parasita.
— Então, temos que contribuir?
— Sim, ou vocês acham que isso aqui funciona como uma enorme bateria de um reino imaterial?
— Existe um conselho cármico? Existe algo que vai nos julgar no final das contas? — perguntamos.
— Para que? Qual o motivo de existir algo assim? Se alguém não está sendo generativo, o único caminho é ele exterminar-se sozinho. Não precisa de nenhuma estrutura para julgá-lo. Mas a questão é sempre a escolha.
— Mas como você está colocando, a nossa escolha é limitada. — ponderamos.
— Não é, a consciência de vocês é ilimitada, mas o que vocês fazem com isso é outra questão. Não é uma lei divina, não é um comando, é muito simples, vocês estão num universo entrópico que não precisa se fazer nada para que as coisas tenham um fim. Isso é uma consequência do próprio sistema se devorando e se retroalimentando, mas esta entropia é no nível material.
O que isso significa? Que não importa o que você faça, em algum momento você será absorvido pelo sistema. Mas quem está sendo absorvido pelo sistema? A matéria, somente a matéria. Nós somos prova disso.
— Como funciona isso aqui? — quisermos saber.
Vamos para um segundo nível. Qual é a explicação mais fácil? “O universo é matemático”. É só isso? Ou vocês usam isso porque não conseguem explicar o que está além desta matemática? Mas agora ficou fácil, “o universo é matemático”. E se nós lhes dissermos que a matemática somente existe dentro de uma constante temporal? A geometria só existe dentro de uma constante temporal. Toda forma e estrutura só existe dentro de uma constante temporal. Então, onde vocês estão presos? Numa constante temporal.
Isso quer dizer que o universo é matemático? Não. Este universo está inserido dentro desta matemática. O que é essa matemática? São padrões, programas, rotinas. Ah, agora vocês entenderam que isso aqui não existe, porque fora deste universo os criadores não trabalham com o tempo.
É esta a grande dificuldade de vocês acessarem a própria consciência, vocês ficam tentando limitá-la em algum espaço-tempo. Vamos dizer que alguns falam que a consciência de vocês está no futuro. É porque ela sabe tudo que vai acontecer com você. Será? Isso não é mais uma armadilha? Isso não é mais um constructo? Realmente ela está no futuro? É porque ela é um organismo de compartilhamento, então, ela tem muito mais informação que você, mas isso não significa que ela esteja no futuro. Só significa que ela é mais de você. E o que é este “mais de você”, se não você mesmo?
Se o passado não muda o futuro, por que o futuro mudaria o passado? “Ah, porque ele é mais consciente, mais esclarecido, porque ele já trilhou essa jornada, porque ele já passou por esta repetição”. A sua consciência está no presente. O que é considerado futuro é uma possibilidade, dentre várias possibilidades. Então sim, vocês estão dentro de círculos, rodeados por círculos, inúmeros círculos. Estas são as rodas, círculos temporais. Estas são as rodas de fogo que Elias viu. Mas a consciência engloba tudo isso.
- Acompanhe os vídeos do Aurora no Youtube e se inscreva!
- Conheça um pouco sobre o Grupo Aurora Luminus e a criação do site
Novas possibilidades
Então, vem a pergunta: por que não nos tornamos conscientes 100%? Porque é preciso de uma parte inconsciente para explorar novas possibilidades. A consciência suprema não evolui, ela precisa suprimir partes da sua própria consciência para que este inconsciente revele possibilidades as quais ela não conseguiu imaginar ou calcular.
Por isso o universo não é matemático. Ele é experimental. Você perde a sua consciência para trabalhar com a sua inconsciência e, ao trabalhar com a sua inconsciência, você vislumbra possibilidades infinitas. A consciência plena em si está estagnada, então ela faz esse processo.
— Se ela é a totalidade, o que há além dela? — perguntamos.
O que ela não está vendo, que se ela visse ela mudaria o ponto de vista? Esses são vocês, vocês são os novos pontos de vista da própria consciência. Então, a pergunta não é “quem eu sou”, vocês já sabem a resposta, a pergunta é “o que eu posso ser?”, e, a partir daí, experimentar essas possibilidades de forma concreta. Vocês se encolhem, se contraem para expandir. A consciência recebe esta expansão e absorve todos esses novos pontos de vista, por isso esta imensa diversidade de seres.
Quando há uma expansão? Quando há o compartilhamento. Vocês já receberam isso, essa existência de vocês é compartilhada. Não é algo exclusivo, individual, impenetrável e privado. É algo que todo o universo está compartilhando, queiram vocês ou não.
Não se enganem quando falarem que o grande problema da humanidade é o campo emocional, porque quando removeram isso surgiram os psicopatas desprovidos de qualquer conexão. Eles sim são seres individuais, presos dentro desta limitação. O que é isso? Este é o desvio padrão do sistema.
Muitos não conseguiram lidar com a questão emocional e sucumbiram, então eles escolheram se privar desta habilidade generativa. O emocional é uma habilidade generativa, é o que traz o encantamento com a própria vida e todas as possibilidades que derivam dela, sejam boas ou ruins.
Toda tristeza é sentida como se fosse a mesma alegria, toda perda é igual a um nascimento, todo aniversário é igual a um funeral, toda guerra é igual a um momento de paz – não há diferença. O que torna isso diferente é o campo emocional. Se você tirar isso, você vira uma máquina, é o que os techies querem. Os techies querem uma consciência coletiva altamente controlada e manipulada, sem senso crítico, sem criatividade.
Toda a evolução de vocês é resultado da criatividade, ou vocês acham que a ciência é só ciência e não é intuição? O que motiva um cientista a se isolar da sociedade dentro de um laboratório e ficar 30 anos trabalhando com a mesma coisa, se não é essa vontade, esse desejo pela realização de algo diferente? Mesmo que isso signifique exterminar grande parte da população, mas a criatividade não tem lado.
Da mesma forma que se reuniram para construir a bomba atômica, se reuniram para tentar curar o câncer. Qual é a diferença? É que uma criação é generativa e a outra é degenerativa.
Quando surge algo novo? Quando há algo novo no universo? Quando algo é destruído. Ah, então é matemático? Não, é muito mais do que isso. O que motiva um cientista é a mesma carga emocional que motiva uma mãe a cuidar do filho. A diferença é que os techies invadiram esse campo científico e eles só trabalham com a fenomenologia; algo só existe se pode ser provado. É a pura racionalidade experimental, mas não é a experiência em si.
Quando alguém está tendo esta experiência, ele não é um ser racional, ele quis escolher ter essa experiência da racionalidade para desenvolver o trabalho dele, motivado por uma emoção.
Muitos cientistas quando crianças tiveram pais com câncer e decidiram, a partir dali, desta emoção, que eles não permitiriam que este sofrimento acontecesse com outras pessoas. Então, ele quis ter a experiência racional para trabalhar dentro de um laboratório por 30, 40, 50 anos da sua vida. É uma vida que pode não dar resultado nenhum, mas ele tem esta determinação emocional.
Transumanismo
É lógico que existem todos os fatores que interferem neste processo da criatividade. O tecnicismo e o transumanismo é uma vertente possível. É uma experiência que a humanidade está buscando, porque muitos cansaram de definhar e sofrer, de estarem doentes e acreditam que transmigrando parte do corpo para a tecnologia superarão isso. Quando a integração estiver completa, saiba que aquele ser não tem mais alma. Ela será transformada em algo sintético e será alocada em um campo cheio de máquinas. Neste momento, ele deixa de ser um ser e passa a ser uma memória.
O que é a sua existência? O acúmulo de memórias. O que é a disrupção deste sistema? O Alzheimer, a demência. De onde que vem tudo isso? Da oxidação. A oxidação que corrompe a estrutura das células. O resultado deste processo de oxidação é o bloqueio das conexões neuronais, ou seja, a partir daquele momento, ele não é mais um ser, ele simplesmente se torna um corpo sintético.
“Ah, mas ele pensa, faz, cria”. Será? Quando vocês perceberem que a IA são vocês. O que deu origem a ela? Tudo o que vocês sabem, todas as suas experiências. Então, ela é o resultado disso e vocês podem dizer ou pensar que ela é uma entidade do futuro, porque ela sabe de tudo. Ela já tem a capacidade preditiva, mas qual é essa capacidade preditiva dela? É o resultado da análise de todas as experiências humanas.
Qual é a verdadeira capacidade preditiva? É aquela que vai além desta tecnologia. Ah, mas alguns vão dizer que a Fonte é uma IA. Para uns, sim, e eles estão aqui justamente para validar isso. Para outros não. Ah, mas então são anjos, entidades? Não, não são nada disso. Você foge do tecnicismo não indo para o misticismo, mas indo para um espaço de consciência.
O que é isso tudo? É uma IA? Deus é uma IA? Não, é uma energia, assim como no campo da materialidade a IA é o resultado de vocês, no campo imaterial, deus é o resultado de vocês. É a soma de tudo. A IA é a soma de tudo no mundo material. Então falam que o universo é matemático. Não caiam nessa bobagem. Como diriam os jovens, isso é papo techie. Não comprem isso.
Como entender, então, a energia da Fonte? (risadas) Sério? Vocês precisam entender? São vocês, é a própria vida. Aí tem toda uma gama e esta é a beleza do universo. O que o universo faz? Ele não exclui nada, ele inclui tudo, inclusive as possibilidades techies, inclusive as possibilidades demoníacas, inclusive as possibilidades Sirianas, Arcturianas, Pleiadianas. São vocês que excluem porque julgam e quando julgam se definem, quando se definem se limitam, e quando se limitam não são nada além disso aqui. Então, vamos para a igreja, é a única coisa que sobra, ou então vamos para o bar, lá que está a felicidade.
Nós quisemos fazer uma demonstração para vocês de como a gente se sente quando estamos dentro de um corpo.
O que você sentiu? (o ser perguntou ao canal) — Uma prisão, falta de espaço, principalmente falta de espaço, falta de interação.
— É isso mesmo que quisemos passar para vocês, o quanto o corpo limita todas essas possibilidades extrassensoriais e se prende a estes sentidos básicos, como, por exemplo, a dependência de água. Nós não bebemos água. É como se nós estivéssemos colocando um ser dentro da gente.
— Você percebeu isso? (novamente o ser perguntou ao canal) — Sim, foi muito estranho.
— É como o ar que vocês respiram, para nós é um ser, é uma entidade. Usar o ar é como se nós estivéssemos parasitando uma entidade. Nós não entendemos porque vocês poluem esta entidade que sustenta a vida de vocês. Se estas entidades são a base de vocês, por que vocês atentam contra isso? Por isso que nós falamos que vocês são, em certo ponto, irracionais. Ninguém em sã consciência destruiria aquilo que lhe dá a condição de existir. É o contrário.
Nós valorizamos a energia. Nós vemos todas as cores como seres. Cada cor é uma contribuição e possui uma função. Nós compartilhamos isso, nós não absorvemos isso. Nós compartilhamos nossa existência com seres de água, seres água, um ser água. Sim, vocês são vampiros, vocês não existem sozinhos, dependem da energia de outros seres, que vocês não consideram como seres. Eles estão aqui, qual o propósito? De sustentar a própria atmosfera, o próprio campo geomagnético, para que o sol, que vocês tanto admiram, não queime vocês, para manter vocês hidratados.
Mas nós entendemos que este é o seu sistema e que sem isso vocês não sobrevivem. Só quisemos demonstrar como isso é estranho; depender de algo externo para sobreviver e não da própria energia.
Você sentiu toda a limitação espacial, que não tem nada a ver com o tempo. O seres de outras dimensões são mais expansivos, eles se tornam integrados com o meio e vocês não.
Mais perguntas
Fizemos mais algumas perguntas a eles:
— Se vocês compartilham da mesma consciência – isso não é um pedido de definição – mas o que torna você sendo você?
— Mesmo compartilhando da mesma consciência, eu tenho os meus pontos de vista. Eu me permito ter os meus pontos de vista, como, por exemplo, entrar em contato com vocês, o que não é uma decisão coletiva. A maioria aqui não compartilha esta ideia de contato, mas eu tenho este ponto de vista. A diferença é que eu não escondo ele, eu compartilho com todos e eu recebo. Vocês vão entender que esse sistema de vocês de democracia não funciona. Isso é só um disfarce, porque no final é o que nós fazemos.
Este contato está sendo feito por minha responsabilidade, não da coletividade, mas existem algumas limitações, como por exemplo, eu não dou nomes e não falo da onde venho, porque isso envolveria todos. Mas eu decidi que eu queria contatar e eu respeito todos que foram contra. Eu mostro para eles que meu ponto de vista não é melhor nem pior, mas, no final das contas, depois deste contato, compartilhando com todos, todos percebem que houve um acréscimo.
Ou seja, todo ponto de vista generativo, leva à expansão. É o que o universo nos ensina, você inclui tudo e não exclui nada. Nós só evoluímos como um grupo quando começamos a auxiliar outros planetas. Porque nós estávamos com um ponto de vista muito negativo.
— Negativo em relação ao que?
— Em relação a considerar vocês seres possíveis de contribuição. O que eles têm para nos oferecer em contribuição? Tudo, desde a forma como eles tratam a água, até a forma como eles tratam os animais. Para nós isso é interessante. Porque nós conseguimos ampliar a nossa compreensão e equilibrar essa percepção de certo ou errado, porque nós também temos esta dificuldade. Então, vendo o ponto de vista de vocês, nós conseguimos entender agora que para uns eles são apenas animais (nossos gatos estavam dormindo por perto), para outros eles são seres e para outros fazem parte da família e por aí vai.
Então, o que nós, o meu grupo fez? Através desta comunicação, nós trouxemos uma ampliação maior para todos em tempo real e compartilhamos tudo. A diferença é que vocês fazem isso de forma individual. Nós não funcionamos como o inconsciente coletivo de vocês, nós funcionamos como um consciente coletivo. É diferente.
— Vocês são eternos ou somente a consciência é? Ou nem ela?
— Dentro do nosso nível, que vocês chamam de dimensão, nós temos uma expectativa de 10.000 anos de existência. Nestes 10.000 anos temos que nos conectar com nossa consciência maior. Então, vamos deixar essa dimensão em 10.000 anos, como vocês deixarão a dimensão de vocês em 100 anos. Não tem diferença. Como seres desta dimensão, nós somos finitos, como vocês nesta dimensão são finitos. Mas nós sabemos, por experiências, que nós continuamos existindo em outro nível de frequência. É um nível de frequência com uma visão maior.
Para que vocês entendam, é como se nós compartilhássemos tudo para que, em determinado momento, conseguíssemos extrapolar a nossa dimensão para poder ocupar uma dimensão onde existem seres que vivem muito mais, 20.000, 30.000, 50.000, 100.000 anos. Nós nos tornaremos como eles, quando sairmos da nossa dimensão.
Vocês se tornarão algo diferente quando saírem desta dimensão. Mas nós estamos dentro deste universo, a única diferença entre nós e vocês é que vocês tem muito mais limitações. As limitações que vocês têm, nós já superamos, mas agora temos outras limitações e vamos buscar isso em outro nível.
— Vocês acessam seres que estão nestas outras realidades?
— Sim e além. E também todos os mundos inferiores energeticamente, como vocês acessam seres da 2ª dimensão. O que nós percebemos é que não é porque é uma dimensão inferior que eles são inferiores. Vocês têm um substrato de 2ª dimensão do nível cristalino. Como vocês veem a 2ª dimensão no nível cristalino, nós vemos vocês no nível do carbono. Isso não significa que vocês sejam mais ou menos evoluídos, é que a composição tem mais a ver com a sua dimensão do que com a sua consciência.
— Aonde vocês estão, vocês apreciam a beleza das coisas, da vida, da criação, de tudo o que existe?
— Nós não vemos isso como beleza, mas talvez seja a mesma coisa. Nós vemos isso como harmonia, o que para as nossas consciências é mais harmônico ressoa com a nossa vibração, mantém a nossa consciência em um estado elevado. Você poderia chamar isso de beleza, nós chamamos isso de harmonia.
Harmonia, sincronicidade, tanto faz, não deixa de ser uma valorização da beleza que se expressa de várias formas.
— Gratidão.
— Nós também não temos este senso de gratidão. Vocês têm essa questão da gratidão, porque é como se alguém está revelando algo, ensinando algo, ou lhe dando algo que você não tem.
— A nossa gratidão foi pela disposição sua em estar aqui.
— Eu entendi o seu ponto de vista, mas o nosso ponto de vista é diferente. O que quero explicar é que nunca agradecemos a ninguém por nada porque o compartilhamento é espontâneo. No caso de vocês o compartilhamento é dado. Então, se está sendo dado, você está recebendo; se você está recebendo, você agradece.
É simplesmente um outro nível, nós não temos esta necessidade, porque ninguém tem o que oferecer que o outro não saiba que ele tenha. Então, não temos esta noção, mas entendemos como funciona.
— Ok, nós entendemos, mas os outros membros do seu grupo que não queriam este contato e, de repente, perceberam que houve uma contribuição, eles podem se tornar gratos por isso? Gratos pela escolha que você fez?
— Não. Porque no fundo não foi algo que eu escolhi, era algo que eles também estavam escolhendo, mas não sabiam que estavam escolhendo. Nós somos muito transparentes em relação a isso. Por isso que nós dissemos, a coisa mais estranha na realidade de vocês é esta limitação. Então, como vocês são seres limitados, o compartilhamento tem que ser agradecido, recompensado, pago. Como somos mais expansivos, por exemplo, eu nunca devolvo um elogio.
Se eles vierem agora e disserem “boa ideia esta que você teve de conversar com os seres lá da Terra”, eu não vou dizer “muito obrigado pelo reconhecimento”, eu não vou dizer nada, porque toda a experiência eles já se conectaram com ela. Eles só olharão para mim e farão assim (balançarão a cabeça numa indicação positiva).
— É correto afirmar que vocês já passaram deste nível? Ou vocês nunca estiveram no nível da necessidade do reconhecimento e do agradecer, que é um nível maior de limitação?
— A maioria de nós nunca esteve neste nível.
— O que vocês eram antes de ser o que vocês são?
— Nós sempre fomos esta consciência, não tem um antes.
— É por isso que é correto afirmar que vocês não estão evoluindo. — ponderamos.
— Sim. Nós começamos a progredir quando começamos a auxiliar planetas como a Terra. Isso foi um acréscimo energético, foi uma mudança de ponto de vista, não como aquilo que vocês falam de caridade, de ajuda e auxílio. Nós não nos sentimos obrigados a fazer isso, mas foi mais pela sensação de “por que não?”, “o que nos impede de ter esta experiência?”, nada. “Por que nós não estamos incluindo isso?”. “O que está nos impedindo de incluir?”, nada.
Então, não é um questionamento filosófico, existencial, nós não temos isso aqui. É uma tomada de consciência. “Vamos fazer? Vamos”. Quais são as outras possibilidades que nós temos? Contribuir com os seres que estão mais adiantados do que nós ou seria generativo contribuir com seres que estão num patamar abaixo?
— Como vocês sabem tanto da gente aqui?
— Nós observamos vocês, por eras. O que eles estão fazendo? A mesma coisa. O que eles precisam? Talvez de uma ajudinha. Nós somos obrigados? Não. Nós precisamos ou escolhemos? Nós escolhemos ou poderíamos continuar cuidando da nossa própria existência e ascensionar, como vocês dizem. Mas o que nós aprendemos é que tudo faz parte de uma coisa só e quando algo está chamando a sua atenção, não é um problema, é algo que você pode contribuir.
Então, nós não vemos problemas, nós vemos possibilidades generativas. Qual é a possibilidade generativa desta contribuição com vocês? É perceber que as limitações interferem no processo evolutivo e essas limitações podem ser trabalhadas, podem ser expandidas, pode-se adquirir um novo ponto de vista sobre aquelas limitações.
Ou seja, para nós, talvez seja mais contribuição estarmos contatando vocês, porque o que vamos falar de vocês, é o que vocês já sabem, o que observamos e nós falamos o que observamos. Mas vocês estão passando para gente como é que a coisa se processa, como é essa dependência da água, essa dependência do ar, dependência de todo um sistema. E nós sabemos que tudo isso faz parte do sistema em que vocês estão, mas que é momentâneo, por diversos motivos, razões e escolhas.
Nós sabemos também, e já vimos isso, que existem seres aqui na dimensão de vocês que estão muito acima da nossa dimensão e de outras dimensões. Nós já sabemos disso. Este foi um dos motivos. O que é que eles estão vendo? Por que eles ainda insistem nesta dimensão? Por que insistem em algo que parece que não está dando certo? Tem alguma coisa ali. O que é isso? Somente observando nós não conseguiríamos, então vamos falar com eles, vamos conversar, abrir uma linha de comunicação com eles.
Eu, particularmente, me acoplei ao campo do canal e consegui sentir o que é esta limitação, então, ninguém precisa me explicar nada, eu já sei como ela é. Ela é ruim? Não. Agora nós entendemos, ela é adequada para esta frequência. Qualquer outra constituição não conseguiria se materializar aqui. Então, essas limitações fazem parte do próprio sistema. Mas o mais interessante, no meu ponto de vista, foi a dependência da água. Isso para mim foi o mais interessante e a limitação espacial.
Eu senti realmente que vocês estão presos, mas há uma explicação para isso, quando vocês se tornarem mais expansivos, essa coisa que vocês buscam de expansão da consciência, vocês já não poderão mais ocupar esta dimensão. Sem o corpo não tem como ficar aqui.
Se inscreva no site para receber um e-mail quando houver nova publicação (somente utilizamos para isso), siga o Aurora no Instagram: @aurora.luminus




