
O planeta Terra e todos os outros planetas são plataformas que são usadas por outros seres em outras dimensões. Eles se projetam na Terra e esta projeção se faz a partir do que podemos chamar de estrela.
Para compor todo o cenário, estas ditas estrelas reais fazem cópias de si mesmas e projetam outras estrelas, formando como se fosse uma malha, que é o que a gente vê quando olhamos para o céu de noite. Todas as estrelas dispostas, basicamente 90% delas são irreais, são apenas cópias e projeções de estrelas reais.
Seres habitam estas estrelas e, nessas estrelas ou nestes locais, entram em estado de meditação profunda e projetam sua consciência para a Terra, para terem a experiência do planeta de acordo com o propósito que eles estabelecem para si mesmos. As outras estrelas falsas que compõe esta malha do firmamento, ou do céu, projetam seres irreais para comporem o cenário da experiência que está sendo vivida. As graduações vão de estrelas para luminares, para nebulosas. Estas estrelas funcionam como verdadeiros portais.
Ao mesmo tempo que elas servem para projetar seres para esta realidade, é por elas que os seres retornam ao seu ponto de origem, seja ele qual for. Estas estrelas projetam um feixe de luz que está conectado a esta estrela e ancorado em um ser aqui na Terra. Este é o antahkarana, conhecido ou chamado de cordão de prata. Na ponta deste feixe de luz não há nada, o verdadeiro ser está do outro lado.
Essas estrelas reais formam constelações. Toda constelação possui uma estrela real e as demais são cópias desta estrela. Ela usa a constelação como satélites para potencializar a energia que ela projeta em outros mundos, não só na Terra. Quando aquele grupo de seres completa o seu ciclo de experiências, esta estrela se retira do céu, porque ela é como um portal e uma vez que cumpriu o que estava programado, como um portal ele se fecha e deixamos de ver esta estrela.
Geralmente isso acontece em finais de ciclos. Quando este grupo de seres que vieram desta estrela consegue cumprir suas experiências, todos retornam para ela e esta estrela já não tem mais a necessidade de sustentar um portal direcionado para a Terra. Este grupo evolui com as experiências e pode ir para outras dimensões.
Somando experiências
As experiências individuais na estrela de origem são todas somadas, compartilhadas em tempo real, ou seja, todos os seres compartilham das experiências. Sim, ocorre uma expansão, uma nova tomada de consciência em um grau maior. O que sustenta isso, essa manifestação, é simplesmente porque o universo é elétrico e possui um campo magnético e todas as estrelas irradiam suas projeções através dos movimentos elétricos e magnéticos; elétrico na medida que se projeta, e magnético a medida que se ancora a um planeta.
Quando o ser termina a sua existência, ele se desprende do campo magnético e retorna por indução ao seu verdadeiro ser, ao campo elétrico desta estrela, que é um coletivo de seres. O propósito disso é experienciar outras realidades, outros desafios, é adquirir a tomada de uma nova consciência. Em todo fechamento de ciclo, é como se houvesse um balanço e esses seres projetados são recolhidos. Ali é avaliado se há a necessidade de participar de um novo ciclo ou se aquela experiência foi esgotada, concluída. Se este coletivo já não precisa mais dessas experiências na materialidade, então eles têm acesso a outras dimensões, outras instâncias.
É por isso que alguns ensinamentos falam da unidade. A unidade nada mais é do que este coletivo, que não é um ser só ou uma individualidade, são vários seres que conseguem estabelecer uma mesma frequência vibratória. Dessa maneira, se tornam uma unidade e, por isso, o grande interesse na Terra, porque uma forma de compreender a unidade é experimentar a dualidade.
Ensinam também que nada é relevante, apenas as experiências importam. Você não pode se apegar a uma projeção, você é uma projeção. Entretanto, aqui no estado da matéria mais densa, você não consegue se ver como uma projeção, pois é muito real, mas você não pode se deixar levar pelo lado emocional e também não deve cultuar apenas o lado racional. Este é o sentido da dualidade, é achar o ponto de equilíbrio sem se prender a nada e ver em tudo um aprendizado.
Desaprendendo
As vezes, aprender é desaprender o que se sabe ou acredita saber para dar espaço para novas informações, novos conhecimentos, mas há quem acredite que a realidade é só isso, é só este mundo material. Como mudar este conceito? É simples, é entender que o mundo material é finito, mas o mundo imaterial é infinito e aonde quer que você vá, nada do que conquistar aqui será levado, a não ser o conhecimento e as emoções.
Você nunca se entrega ao conhecimento e nem às emoções. Pode haver razão na ciência, mas esta razão está limitada a este mundo material, tudo é explicado a partir deste ponto de vista. As emoções fazem parte do jogo, você precisa se emocionar com aquilo que você vivencia para integrar isso em seu próprio ser, no seu âmago.
Sim, há sentimento nas estrelas, mas não há apego por estes sentimentos. Eles são vistos apenas como um impulso, ou você vê alguém fazendo algo sem estar motivado para aquilo? Sempre há uma motivação. Esta motivação é emocional, não é racional. Porque a razão é dissolvida pelo tempo, mas os seres estelares sabem que o tempo não existe. Eles só veem ciclos, como esferas, como bolhas das quais se decide mergulhar cientes que em algum momento esta bolha romperá. Então, o ser não dá importância para a bolha, apenas para as experiências que ele sente e vive dentro dela.
Quando você repassa este conhecimento para outras pessoas, você vai fortalecendo e expandindo a sua própria rede neural. Existem as pessoas certas para receberem e existem uma maioria que não está preparada, não pode receber ou não quer. Mas é sempre uma escolha, assim como o ser estelar escolheu mergulhar nesta realidade, ele escolhe não se prender a ela.
Isto pode ser visto como um jogo? Sim, mas é um jogo no qual você não se prende ao cenário, você só foca no objetivo, que é passar de fase. E nada deixa de existir, porque os ciclos se repetem, mas você não precisa mais repetir este ciclo.
O retorno à fonte, como vocês chamam, é um caminho com várias paradas. Você voltará para o seu coletivo nesta estrela de onde você saiu e este seu grupo vai buscar outras instâncias, sempre num crescendo, mas não vamos falar disso agora, isso é a cosmogênese reversa.
Criando nossa realidade
Agora, o que precisa ser observado – na verdade isto é uma das poucas verdades que existem neste sistema – é que vocês são criadores. Se você acredita no inferno, no purgatório, que depois da morte entrará em um sono profundo para ser julgado no final do ciclo, esta é a sua realidade. Não existe certo ou errado, só ponto de vista.
Aqueles que creem que irão para as naves, irão para as naves. Os que acreditam que irão para outros planetas, irão para outros planetas. Não há uma uniformidade entre as várias raças e espécies de seres que se projetaram aqui. No final, a sua origem define a sua crença e ela não é nem verdadeira, nem falsa. É apenas a sua realidade.
Entretanto, vocês têm que estar atentos a isso: como criadores e cocriadores comece a criar a sua própria realidade após a morte. Comece a entender a morte como um rito de passagem, essa é a verdadeira saída do sistema, porque se você for observar todas as doutrinas e religiões só falam da vida.
A morte é um tabu, mas se nas escolas ensinassem sobre a morte, imagina como as crianças estariam muito mais preparadas. Mas só se fala da vida e quanto mais velhas as pessoas ficam, mais preocupadas ficam também, porque não compreendem a morte. Nunca falaram nada sobre a morte e o verdadeiro inimigo do ser é a sua própria ignorância, ele é traído por ela.
Este é um ensinamento muito novo, é um ensinamento direto destes seres das estrelas. Agora vocês começam a compreender o que é projeção, o que é real, o que é irreal, qual o propósito. Tem seres que se projetam aqui especificamente para ancorar as energias deste próprio coletivo estelar, para dar sustentação para outros que se projetam aqui para ter experiências.
O seu propósito não é ser um grandioso ser, é restabelecer aqui esta grade neural com os outros irmãos da sua coletividade estelar. Eventualmente você terá atividades rotineiras, tarefas, obrigações, mas isso vocês já têm nas estrelas, ou você acha que lá os seres repousam em estado de inércia? Todos têm funções, todas as funções são importantes, a diferença é que aqui na Terra quando o ser realiza uma função de destaque torna aquilo muito relevante, ele não se vê como um personagem, ele se vê como o dono da peça e nisso se perde.
Vocês estão sempre dentro de um processo. Este processo tem altos e baixos, isso faz parte do próprio jogo. O que chamam de expansão da consciência nada mais é do que receber um outro fluxo de energia que vem de uma consciência maior, mas que no fundo são vocês mesmos se revelando de pouco em pouco.
Nos importamos!
Estar nesta realidade sem ser daqui é não se importar? Não, é sempre procurar uma solução, mas esta solução deve ser sempre livre de qualquer crença, livre de qualquer dogma, de qualquer preconceito. Vocês querem saber o requisito para se retornar a sua estrela? Só retorna a sua estrela aquele que não tem nenhuma crença, nenhum dogma ou preconceito, pois mais importante do que realizar o propósito nesta dimensão, é estar limpo de toda essa toxidade. Imaginem um religioso fervoroso retornando a sua estrela, ele se torna um verdadeiro buraco negro sugando toda luz a sua volta para impor as suas crenças.
É isso que acontece aqui, quanto mais rápido vocês se livrarem dessa carga, mais fácil fica a reconexão. Novamente, é o que falava o mestre; ele não dizia que o reino dos céus é dos puros, das crianças? Porque eles não têm julgamentos, dogmas, preconceitos – eles são o que são. Quando você consegue expressar o que você é, a sua essência – mesmo que não saiba o que seja isso – é quando você está agindo de uma forma que não está prejudicando ninguém, nenhuma planta, nenhum animal, nem as águas, nada.
Não estamos falando apenas dos humanos. Basta ver quando as pessoas vão caminhar na floresta, jogam o seu lixo lá. Quem deu a permissão? Você está descriando algo que foi criado e que não foi criado por você. Não se exige que a pessoa seja um santo, este é outro dogma da igreja, o santo bonzinho, humilde e pobre, não é nada disso. É o respeito pelo que veio antes de você e se você não respeita o que veio antes de você, acha que alguém vai respeitar o seu futuro?
Estas informações foram apresentadas pela própria equipe do grupo, na próxima publicação traremos a comunicação de um ser que nos contatou diretamente de uma estrela e nos revelou um pouco mais sobre esta intrigante realidade. Não perca!
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