Semear, germinar, romper o solo em busca do sol,
Absorver a luz e transformá-la em néctar,
Compartilhar este néctar com outros seres,
Estar no jardim da criação.
Ser belo, forte e livre,
Sentir o vento e se refrescar na chuva,
Deixar que as águas encontrem a raiz,
Sorver a água, fortalecer a raiz, cumprir o ciclo e retornar ao solo.
Aquilo que foi semeado, agora está finalizado,
Mas o néctar já foi espalhado, agora é mel, doce, forte, livre,
É a luz condensada numa forma cristalina e dourada,
Quem se alimentar deste mel, sentirá minha presença.
E ver como as flores mantém a paciência,
Mesmo em dias de tormenta,
Pois elas sabem que ao final do dia,
Surgirá a calmaria
E vão exalar o doce perfume da minha própria essência,
Como crianças inocentes, mas conscientes da sua função neste jardim.
Ser bela, forte e reluzente,
Livre, livre da semente
E quando o ser se libertar da mente,
Ele será como a flor, sempre presente,
Neste estado de graciosidade,
Neste jardim harmonioso,
Dando sombra a quem está abaixo e dando vida a quem está acima,
Esperando a colheita, o retorno à fonte.
Como quem olha o horizonte e me vê como o sol,
Como quem absorve o mel e me vê como luz
E depois desse ciclo, ressurgir no jardim da criação,
Como uma flor eterna, como um irmão.
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