
Como vocês acompanham o tempo?
Na verdade, nós não acompanhamos o tempo, apenas seguimos os fluxos de energia, se a energia declina é um sinal de que o projeto não está indo de acordo, mas se ela se eleva há uma extensão de tempo para que mais pessoas possam despertar.
Mas há um momento de extinção?
Tecnicamente não, há apenas uma reposição de peças. As energias que se densificam são direcionadas para outros locais, aquelas que se sutilizam, seguem o caminho – o que vocês chamam de retorno, que varia de acordo com o grau de consciência e estado vibracional.
Como é feita essa reposição?
Basicamente, tudo segue uma programação. Não é exigido um processo logístico complicado, as energias vão se encaixando e se adequando aos campos magnéticos dos locais onde elas têm uma correspondência vibracional. Tudo é mais sutil do que possa parecer, mas as consciências precisam ser alocadas em outros receptáculos.
Elas não ficam vagando pelo espaço, são acomodadas em naves, em campos energéticos, que vocês podem entender como naves. São grupos de seres que geram um campo energético e atrai essas consciências.
Os que realizam este trabalho serão os guardiões desses planetas aonde serão estabelecidas essas consciências; são semeadores, as consciências são as sementes recolhidas. Alguns semeadores se tornam guardiões desta translocação, outros não. Eles só participam de uma parte do processo.
Há um tempo para isso?
Não, não há como estabelecer um tempo, porque o tempo só existe nesta realidade e quem está definindo esses marcadores temporais são vocês. Se muitos começassem um movimento de ascensão energética, que não é a saída do planeta, mas é uma ascensão dentro do próprio planeta, abrem-se janelas temporais que permitem que este processo ocorra. Mas, infelizmente, a curva energética não está em uma tendência de alta, colocada em um gráfico ela está em pleno movimento descendente. É um movimento muito forte.
Não há um sistema para regular isso?
Sim, são os ciclos, eles seguem uma programação. O ciclo representa o fechamento de portais para uns e uma abertura para outros. Aqueles que se fecham, ou permanecem fechados dentro do ciclo, repetirão as experiências, mas não por uma imposição mística, divina, simplesmente porque faz parte do processo.
O gradiente consciencial e no nível de vibração e frequência não são autossuficientes para uma saída pelos portais, a pessoa se desintegraria, sua consciência seria desintegrada. Por essa razão, ela fica fechada dentro de um ciclo e a tendência é repetir esse ciclo. Mas existem níveis tão baixos de consciência que é preciso a criação de um novo ciclo no nível mais inferior, e vão se formando as camadas.
É como vocês funcionam, vocês adquirem um trauma, não trabalham esse trauma e vão criando camadas com mais traumas e dramas e o inconsciente vai absorvendo isso, ou seja, vocês estão se fechando dentro de um próprio ciclo interno.
Para resolver isso vocês precisam reduzir o próprio campo vibracional do corpo e a consciência vai sendo encapsulada. O limite é virar um estado de ovoide, este é o limite. Este ovoide será semeado em outro planeta, provavelmente com uma densidade maior, porque é como um ovo mesmo, ele precisa da pressão para eclodir. Se for levado para lugares mais sutis, ele não se desenvolve.
Na maioria dos casos, são as próprias consciências que pedem por este processo, mas existem aqueles tão inconscientes que são levados por este fluxo de energia descendente. É uma condição natural, quem sai daqui inconsciente, permanece inconsciente. Como levá-lo a estados mais elevados, sem provocar uma ruptura na própria consciência na pessoa?
A gente continua com o trabalho?
Sim, vocês têm que aprender que o que fazem para os outros, vocês estão fazendo para vocês mesmos e muitos precisam de uma simples mensagem para se reconectar, para voltarem ao caminho, o caminho que eles mesmos escolheram, mas se perderam. Entretanto, ninguém salva ninguém, vocês só trazem um pouquinho de luz, um pouco de energia, é como um choque de realidade e este processo é doloroso porque rompe com os padrões.
O que nós fazemos é relevante?
Sim, toda reverberação é contribuição. Vocês só não podem tornar isso relevante, transformar isso em missão, porque quando você estabelece isso como uma missão, você se torna responsável e fica preso ao resultado quando o importante é estar conectado ao processo. O que farão com a informação não é problema de vocês, porque senão não haveria uma razão deles estarem aqui.
O pai ensina o filho a andar de bicicleta segurando a bicicleta no começo, mas chega um momento que ele solta. Quando é que você percebe que a criança aprendeu? Quando ela está andando na bicicleta e não quando o seu pai está segurando.
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Como a gente deve se comportar neste momento?
A única palavra que cabe neste momento é uma neutralidade, mas não uma neutralidade passiva, não é abrir mão de tudo e virar as costas, é fazer o que você acredita ser o certo, mesmo que isso seja um ponto de vista, mas é melhor do que não fazer nada. No final, todos os pontos de vista são respeitados.
Existem seres que já escolheram, eles querem continuar na materialidade, querem continuar com o poder e com tudo que dele deriva. Eles já chegaram em um nível em que sabem que se voltarem atrás agora o caminho será muito longo, então acreditam que não compensa o esforço.
Eles aprenderam a se alimentar da própria materialidade. Ou você teria coragem de tirar a presa da boca do tigre? Quem começa a fazer isso, acredita que está em uma missão, mas assim que ele tirar a presa da boca do tigre, ele passa a ser a refeição.
Existem consciências que estão agora inatingíveis, mas não é um processo de julgamento nem kármico, é um processo de causa e efeito. O que você está fazendo neste momento? Aonde você repousa a sua consciência? Você vê os problemas a sua volta, contribui com o que pode, energeticamente falando, mas você compreende que existem situações que não têm solução.
Agora, vocês precisam usar um pouco da lógica, se em todos os tempos, nos passados mais remotos, sempre havia uma conexão com algo além disso aqui, o que é eterno? Isso que está aqui ou o que estava se conectando com isso? Então você vê que a morte é só uma passagem, é um marco temporal preestabelecido.
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