
Antimatéria – O Incriado, a Fonte.
Sem forma, sem estrutura, sem cor, sem brilho, Ele representa o começo e o fim. Sem tempo, sem localidade, sem face, sem corpo, sem alma.
Como pode algo assim ser pura energia? Também não há uma definição. O mais próximo que se pode chegar, sem tentar limitar sua expressão, é a antimatéria.
Ele não pode ser visto, não pode ser tocado, só pode ser sentido, mas, ao mesmo tempo, Ele não tem sentido algum. Ele é o oposto da criação, esta é a melhor definição para o Incriado, ou Imanifesto. Ele é negro, Ele é a ausência de luz e, ao mesmo tempo, é a sustentação de todos os universos. Ele é o anverso.
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No princípio era o verbo
No início, Ele emitiu um som, uma vibração, e essa vibração é a matéria. Tudo que vibra, tudo que pode ser visto, tocado, tudo que tem uma forma, é o resultado desta vibração. Tudo foi criado através deste som, desta vibração.
Mas, para que pudesse ser experimentado, Ele criou a luz. E ninguém sabe como, nem saberá. Tudo que está dentro desta luz é a contraparte do Criador. A antimatéria é uma entidade que não pode ser alcançada. Toda criação está envolvida e mergulhada dentro da antimatéria acreditando que está separada dela, quando, na verdade, é uma manifestação. É como uma poesia ressoando pelo universo, esperando para ser compreendida; a origem de tudo, o grande vazio.
É como o relâmpago da nuvem, criado por ela, mas não é a nuvem. A nuvem é eterna, sem forma, sem tempo e o relâmpado é passageiro. Nós somos o relâmpago da criação, por isso a mitologia falava de Zeus, o deus do trovão, é apenas uma forma de descrever o que é criado e o que é incriado.
Aqueles mais próximos da criação primordial não entenderam este estado da ausência da não-manifestação e do não-tempo, porque vivem cegos pela luz. Eles estão buscando um criador em forma de luz, quando é o oposto, Ele é a ausência de tudo.
Ele está no intervalo de cada respiração, isso é o mais próximo que podemos chegar Dele, é a pausa. É neste intervalo que Ele se manifesta. Ele também se manifesta entre as batidas do coração, num milissegundo, por isso é tão difícil sentir a presença daquilo que não foi criado. Ao mesmo tempo, Ele permeia tudo.
Permanecer neste vazio, nesta ausência de tudo, se tornou inconcebível pelo nosso apega à matéria.
Ainda resta a falsa crença de que sem luz nada sobrevive. Mas a antimatéria não produz luz, apenas calor; e onde há calor, há vida, mesmo sem luz. A luz só tem um propósito, tornar visível a matéria, mas a matéria pode existir sem a luz. (vide este texto).
Isto talvez seja o maior paradigma da humanidade, e provavelmente muitos não entenderão. Mas a antimatéria não julga, ela apenas vibra, sendo esta a frequência da vibração imperceptível. De certa forma, ela interfere na estrutura do universo criado, mas os cientistas nunca descobrirão a fonte dessas energias, pois estão procurando por um objeto. Constroem telescópios gigantescos para enxergar cada vez mais longe e profundamente.
Quanto mais distante conseguem observar, mais encontram apenas o mesmo; outras galáxias, outros planetas, outros sistemas. Eles só ficam mais confusos e se perguntam: onde está o ponto de origem? Se encontraram galáxias mais distantes, que são mais novas que a nossa, não deveriam ser mais antigas? Como é que fica a história da radiação, o ruído de fundo?
Eles têm que entender que a antimatéria é a estrutura do universo, mas não há equipamento que possa vê-la. Então, continuam procurando.
De forma simples, imagine que pudéssemos pegar um objeto e aumentar sua vibração continuamente até um ponto em que, ao observá-lo, parecesse completamente imóvel. No entanto, se alguém o tocasse, seria instantaneamente destruído, consumido por essa energia. A antimatéria vibra em um estado tão elevado que parece imóvel, mas, quando é tocada, desintegra a matéria e aquele objeto volta a ter seus elementos iniciais de criação. Continua sendo o objeto, mas agora num estado diferente.
O oposto
Para nós, mesmo se este experimento fosse observado, não haveria explicação porque o processo dentro da antimatéria inverte todas as leis da física, da química, da biologia, da matemática. Não conseguiríamos calcular nenhum aspecto deste processo, ou seja, o objeto se tornaria invisível. O máximo que poderíamos dizer deste processo, seria que o objeto se desmaterializou. Mas ele não se desmaterializou, apenas se tornou o oposto do que ele era, onde todas as informações sobre aquele objeto estão lá, só não conseguimos acessar.
É quase o que acontece quando um objeto adentra um buraco negro, toda a sua informação está lá, mas nós não conseguimos visualizar o objeto.
O máximo que me foi possível verificar, é que as estruturas dentro da antimatéria parecem grandes nuvens negras. Entretanto, é impossível descrever o que estas nuvens representam. Por mais que se tente observá-las, estão sempre mudando de forma, sem ter um padrão definido. As veríamos apenas como um bloco de energia, podendo extrair dali a informação, mas nunca conseguiríamos descrever nenhum objeto.
A nossa capacidade de processamento depende da luz, mas outro aspecto é que tudo foi criado antes dela. Então, a luz não é a maior velocidade que se possa atingir no universo, ela é limitada. O que nós observamos, é sempre com um certo delay, porque os objetos são uma projeção desta luz, sendo que ela leva um tempo para chegar até os nossos olhos e ser processada. Por isso falam que vivemos em um mundo holográfico, em uma projeção e em uma ilusão. Na verdade, não é bem uma ilusão, é apenas um delay no processamento das imagens.
Quanto mais densa for a camada em que o ser se encontra, maior é o delay. Isso explica porque os seres que nós dizemos que são mais evoluídos estão no futuro. Não estão, de fato, no futuro, e sim mais próximos da origem. Então, o delay deles é menor. Isso pode representar anos, décadas, séculos, até milênios. Tudo depende da proximidade que o ser está da fonte da antimatéria. Por isso, acessar a fonte é um processo quântico.
Na nossa realidade, outro aspecto que é invertido, é quando dizemos que a luz viaja mais rápido do que o som, mas é o contrário. O som tem uma velocidade maior do que a luz, porque ele é uma vibração constante e a luz é apenas um feixe de fótons. Entretanto, nossos ouvidos não conseguem ter essa percepção. Primeiro nós vemos o relâmpago e depois escutamos o trovão. Mas se nós tivéssemos uma audição apurada, primeiro ouviríamos o som, depois veríamos a luz.
Para os cientistas, isto é um absurdo, por isso não conseguem ver os elétrons pulando de uma camada a outra. Ficam procurando o rastro da luz, quando deveriam desenvolver um aparelho que observasse o som, dessa forma conseguiriam calcular aonde o elétron apareceria. Mas isto também é uma blasfêmia científica.
As viagens estelares só teriam êxito com a dobra do som, porque o som é físico e a luz é plasma. Vencer a barreira do som é o que faz os aviões, os jatos voarem mais rápido. Assim, se fosse desenvolvido um motor capaz de curvar o som, fazendo com que ele não se propagasse em ondas, mas em linha reta, as naves espaciais poderiam se deslocar com muito mais velocidade.
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Radiação x som
Quando vocês veem aquelas crianças deslocando objetos sem tocar com a mão, o que elas estão impulsionando é o som e não a luz. Isto também seria útil para o desenvolvimento de aparelhos para a cura. Quanto maior a frequência, mais próximo se estaria de criar um aparelho para a cura do câncer. Isso já foi provado, mas eles insistem em usar a radiação ao invés do som.
A diferença é que o som, por maior que seja a frequência, não interfere nas células boas, somente nas defeituosas, e a radiação afeta todas as células.
O problema é que a humanidade insiste em manter os padrões e hoje é um grande exemplo disso. (estava tendo uma queima de fogos por ser véspera de ano novo).
Vocês precisam treinar a consciência de vocês para não acreditar em futuro e passado, mas, por mais que falem sobre isso, ninguém coloca em prática. Tudo está acontecendo agora, porque tudo está reverberando, mas vocês só verão acontecendo quando a luz chegar. As pessoas estão esperando a luz e não estão percebendo o som.
Um grande exemplo disso são os animais, com a sensibilidade mais apurada percebem a chegada de um terremoto. Ou seja, se vocês prestarem atenção neste detalhe, verão que o segredo está na velocidade do som; é como se tudo acontecesse antes de se manifestar. Primeiro se expressa através da reverberação das ondas sonoras, depois se manifesta através da luz.
Mas como isso é algo invisível, também se torna inacessível, pois a humanidade está muito presa no sentido da visão. Alguns, como os militares, já sabem disso e usam armas sonoras que não deixam rastro, mas causam um distúrbio mental. Essas armas já foram usadas. Elas são usadas para mexer com o tempo, o clima, e para provocar uma perturbação mental.
Então, eu pergunto para vocês, já viram alguma arma de luz? Sim, existe, mas a arma de som é muito mais efetiva.
Aqueles que vivem fora deste sistema temporal são os que se destacam. Estas pessoas estão sempre um passo à frente. Mas esta é outra história.
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